Excelente provocação, Sanderley!
Eu vejo a gravação de tela como uma oportunidade que vai além dos ganhos qualitativo nas interações. Acredito que ela pode se tornar nossa aliada no uso como fonte de inteligência operacional, nos apoiando com a identificação de retrabalhos, dificuldades sistêmicas e oportunidades de simplificação de processos.
Outro ponto que considero bastante relevante é a possibilidade de analisarmos a jornada dos agentes de alta performance: como navegam entre os sistemas, organizam suas atividades e conduzem cada etapa do processo. A partir desses padrões, podemos transformar comportamentos individuais de sucesso em boas práticas para replicar com toda a operação, apoiando nos treinamento, desenvolvimento e padronização. Esse último ponto ganha ainda mais relevância considerando nossa atuação em 7 empresas, onde garantir maior uniformidade na execução dos processos é fundamental para alcançarmos eficiência e qualidade, respeitando, naturalmente, as particularidades de cada operação.
Na prática, vejo potencial para impactos diretos em indicadores como produtividade, TMT (Tempo Médio de Tratamento), qualidade, retroalimentação e melhoria contínua dos processos e, consequentemente, experiência do cliente.
Tenho bastante interesse em conhecer experiências de empresas que já conseguiram transformar os insights das gravações em melhorias concretas de processo e performance.
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Karine Carreiro
Operational Executive
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